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Com o início do período de entrega, especialistas alertam para as mudanças na faixa de isenção e a importância da declaração pré-preenchida para acelerar a restituição

O calendário do Imposto de Renda 2026 já está em vigor, trazendo consigo as expectativas sobre as novas faixas de tributação e o uso intensivo de tecnologia pelo Fisco. Este ano, o período de entrega consolida o intervalo de março a maio, permitindo que o contribuinte tenha mais tempo para organizar o volume de informações exigidas pela Receita Federal.

A grande expectativa do mercado gira em torno da progressividade da tabela. Segundo Yuri Braga, da Assessoria Empresarial MB, a organização antecipada continua sendo o melhor caminho para evitar a malha fina.

“O contribuinte precisa entender que a Receita Federal está cada vez mais eficiente no cruzamento de dados. Com a ampliação da declaração pré-preenchida, o sistema já aponta informações de fontes pagadoras e instituições financeiras. O papel do cidadão agora é de conferência rigorosa, especialmente em despesas dedutíveis como saúde e educação”, afirma Yuri Braga.

Foco na Isenção e Restituição

A discussão sobre o teto de isenção de R$ 5 mil é outro ponto de atenção. Embora a medida tenha impacto direto no bolso de milhões de brasileiros, as regras de transição exigem cuidado técnico no preenchimento do programa.